No ano de 1934 na cidade de Moscou, foi realizada uma experiência que ficou conhecida como o “Princípio de Gause da Exclusão Competitiva”.
Colocaram em um mesmo recipiente, nutrientes e uma colônia de uma única espécie de protozoário. Em pouco tempo todos morreram.
A mesma experiência foi repetida com várias espécies no mesmo recipiente e curiosamente a maioria permaneceu viva.
A conclusão foi que uma ou várias espécies que conseguem seu sustento da mesma maneira tem dificuldade de coexistir.
Historicamente com a evolução das espécies, desenvolveu-se uma complexa rede de interação e através da competição, algumas vieram a desaparecer, enquanto que outras se tornaram dominantes sobre espécies, que se posicionaram de forma a complementar a existência de outras.
Foi uma questão de obter vantagem competitiva para não desaparecer.
As empresas seguem a mesma lógica evolutiva, porém contam com a imaginação o raciocínio lógico e tecnologias para determinar o caminho e a velocidade das mudanças. E é sobre isto que vamos falar.
O varejo de material de construção já se transformou.
Evidências desta mudança, são as lojas multiprodutos com o conceito de “supermercado da casa”, que atendem o consumidor com produtos das 3 grandes etapas da obra, os quais são conhecidos como: básico, acabamento e decoração e ainda agregam uma gama excepcional de serviços e de facilidades para cada tipo de cliente e segmento de consumidor.
Sabendo que a fonte de sustento da loja o seu cliente é desejada pelos competidores, a empresa precisa ter diferenciais que permitam a manutenção deste cliente consequentemente a sua longevidade e a lucratividade.
Isso pode ser conseguido através de pensamento e ação, orientados por atividades de treinamento e de planejamento que levam o lojista a criar uma sólida estrutura e interação de negócios com os clientes e fornecedores certos.
Para conseguir administrar a diversidade de recursos e de informações inerentes ao dia-a-dia da loja, o gestor também deve ter em mãos ferramentas que orientem a tomada de decisão.
Grandes empresas são grandes porque entendem bem as oportunidades e ameaças do mercado, sabem quais são suas forças e trabalham para melhorar suas fraquezas.
Lojas vencedoras têm planos de ação previamente elaborados para os mais diversos cenários que possam ocorrer. Elas contam com sistemas que suprem a administração com as informações que orientam as decisões e ações corretas.
“Antigamente as grandes empresas sempre venciam as pequenas”, pois estes sistemas eram muito caros e excluíam o pequeno e o médio varejista do acesso a essas ferramentas.